Primeira parte :
diversidade e inclusão na escola.
O que se pode fazer para uma verdadeira inclusão ?Como incluímos todos os alunos com sucesso ? A inclusão começa quando acreditamos no que é possível e não no que é impossível. A verdadeira « inclusão escolar » só é possível se deixarmos de ver a diversidade como um problema e se tentarmos fazer do especial o « normal ».
Esta ficha tem quatro onjetivos principais :
- demonstrar como a crescente diversidade da população escolar torna ainda mais necessária a prática da educação diferenciada na sala de aula ;
- explicar o que é a « educação inclusiva » ;
- mostrar como as práticas inclusivas tornam os recursos da escola mais eficazes ;
- mostrar como os apoios comportamnetais ajudam a manter um clima de aprendizagem positivo para todos.
Segunda parte
Pesquisa de metodologias de inclusão
De acordo com a didática inclusiva, os professores devem conhecer muitas metodologias e técnicas que podem permitir a cada aluno aprender da maneira mais adequada. Os professores têm essas competências ?
Gostaríamos de mostrar que o conhecimento e a prática de diferentes metodologias pode simplificar e garantir o ensino.
Fontes de referência são os textos clássicos pedagógicos desde Dewey a Vygotskij, de Bruner a Gardner, de Freinet a Morin.
Terceira parte
Metacognição e estilos de ensino/aprendizagem;
A escola de Inteligências Múltiplas : diversificar para melhorar Importância de uma abordagem de um ensino metacognitivo: reflexão sobre os estilos de ensino e aprendizagem.
A ficha nº 11 é inspirada pela reflexão sobre a Importância de uma abordagem de um ensino metacognitivo. Uma vez que esta abordagem não pode ser separada da reflexão sobre os estilos cognitivos, depois analisamos as influências dos estilos mencionados acima sobre os processos de ensino/aprendizagem. Finalmente propomos uma simplificação e uma redução das polaridades dos estilos de aprendizagem (e de ensino) de dois campos fundamentais de referência: um analógico-sistemático e um digital-holístico. A simplificação pretende gerir com mais eficácia as situações individuais e promover e encorajar uma maior flexibilidade estratégica nos alunos.
A complexidade do mundo contemporâneo e as necessidades educativas diferentes dos alunos exigem da escola inclusiva o desenvolvimento de novas estratégias e modos de intervenção sob a forma de propostas de personalização e formação.
A ficha nº 12 pretende demonstrar que através da teoria de inteligências múltiplas é possível atingir um bom nível de inclusão na escola graças às diferentes formas de inteligência, assim como postulado por Gardner e, consequentemente, os diferentes modos de aprender de cada aluno. Esta teoria permite focar a atenção nas diferenças nos processos de aprendizagem e considerar a diversidade como um recurso. A teoria da inteligência múltipla é, assim, uma ferramenta eficaz para reconhecer as potencialidades dos alunos, diversificando as atividades de formação e assegurando as oportunidades de sucesso para todos.
Quarta parte
tecnologias informáticas e inclusãoo escolar:
que plano para uma diferença válida?
Aplicações para tecnologias inform´ticas no ensino (o campo da ciência informática aplicada às escolas e educação); tecnologia informáticas e inclusõ.
Esta pesquisa é uma parte de estudos que dizem respeito a aplicações para tecnologias informáticas no ensino. Dá enfâse, em especial, às possibilidades que as ferramentas e alinguagem ofrecem para quebrar barreiras à aprendizagem, e salienta as diferenças: a acessibilidade incondicional e não exclusiva a materiais educativos e contextos é o tema central deste trabalho. Quando examinamos o campo da ciência dos computadores aplica às escolas e educação, o contacto entre as diferentes disciplinas é tão inevitável como desafiante: qualquer trabalho que pretenda considerar utilizações e significados potenciais de ferramentas TIC exige uma abordagem interdisciplinar que combina humanidades e ciências sociais com informação e ciências da comunicação.
Quinta parte
Perspetivas para o futuro: a sala de aula invertida
Nesta ficha focaremos o que pode ser uma das soluções metodológicas mais adequadas para tratar os problemas relacionados com as Necessidades Educativas especiais: a sala de aula invertida. Queremos pensar na urgência de criar um contexto escolar positivo e acolhedor, no qual se promove o sucesso escolar e social de cada aluno, através de um planeamento, escolhas metodológicas, organizacionais e didáticas eficazes.
Na verdade, isto responde a uma necessidade mais complexa da oportunidade de mudar “o modo de fazer a escola” para acompanhar os novos tempos e responder às necessidades dos jovens.
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- O que podemos fazer para alcançar uma verdadeira inclusão? Como podemos incluir os alunos com sucesso? - Até que ponto é que a abordagem metacognitiva e uma reflexão sobre os diferentes estilos de ensinar e aprender podem judar a conseguir a inclusão na escola? - Quias são as soluções metodológicas mais adequadas para enfrentar os problemas educativos relacionados com as necessidades educativas especiais? - que apoios comportamnetais devem ser usados para criar e manter um ambiente de aprendizagem positivo para todos? - a teoria da inteligência múltipla pode ser considerada como uma ferramenta eficz para reconhecer o potencial dos alunos, diversificando a formação e garantindo oportunidades de sucesso para todos? - quais as ferramentas para quebrar as barreiras de acesso à aprendizagem e aproveitar as diferenças? - como tornar os materiais e os contextos educativos acessíveis para todos? - as TIC e inclusão escolar:o que planear para evidenciar as diferenças?
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Apresentação
No meio desta época de transição que estamos a atravessar, a figura do professor-social, um professor com uma inteligência de 2.0 é mais necessário do que nunca: um comunicador e facilitador, pronto para aprender e atualizar-se através da Net, capaz de produzir conteúdos digitais e disposto a partilhá-los com os colegas, capaz de transformar a tecnologia e a Internet de ferramentas em ambientes de aprendizagem reais. Um educador que sabe como encontrar novas estratégias de ensino e tentar novos métodos.
Por outro lado, o desenvolvimento de uma tecnologia para todos, mesmo para aqueles que possuem competências de informática básicas, combinado com a difusão da Net e o espírito de partilha que sempre caracterizou a filosofia básica, levando os utilizadores a tornarem-se em editore de conteúdos, permitiu a proliferação de software intuitivo e fácil de usar, assim como a criação de recursos educativos gratuitos, produzidos e partilhados pelos professores em todo o mundo.
Este cenário, juntamente com os estudos científicos de muitos pedagogos (de Freinet e o ativismo de Dewey à aprendizagem de investigação de Ruthford, aos princípios de construtivismo social de Jonathan e |à conectividade de Siemens) levou ao emergir de novos métodos de ensino, como o da “sala invertida”, no qual o aluno se sente como se estivesse em casa com os conteúdos de estudo –sempre transmitidos de forma frontal na escola- seguindo os eu próprio ritmo e necessidade de aprendizagem e então de volta à turma, guiado pelo professor leva a cabo atividades de aprendizagem baseadas na aprendizagem através da descoberta, da pesquisa, tornando-se um editor de conteúdos de estudo e um verdadeiro protagonista dos eu próprio conhecimento.
Objetivos
Este curso foca as estratégia de comunicação e aprendizagem para apoiar a tarefa difícil de ensinar e aprender, mesmo na esfera privada. O curso propõe a apresentação de uma série de ferramentas, tanto educativas como informáticas, acompanhadas por estratégias metacognitivas que são indispensáveis para iniciar e apoiar o percurso crescente em direção à autonomia no estudo dos alunos NEE.
As atividades serão contextualmente focadas na reflexão de diferente estilos de ensino e em como um bom ensino inclusivo pode ser útil não só para os alunos com NEE mas também para toda a turma. .
Destinatários
Materiais e metodologia