Caminhando para uma escola inclusiva na Europa

O espírito da lei na Europa e a ética da inclusão
Curso N° 4 : Uma mudança da definição de incapacidade – do modelo médico, através do modelo social, à perspetiva biopsicossocial

Duração70 minutos

Folhas de leitura - 15 minutos,

Dividindo em grupos e apresentação da tarefa - 10 minutos,

15 minutos - discussão em grupo,

10-15 minutos de apresentação do grupo no fórum;

15 minutos de resumo.

 

Conteúdo

O modelo médico é o modelo mais tradicional de compreender uma pessoa com deficiência, dominando os anos 60. Como parte deste paradigma, uma pessoa com deficiência é tratada não com um ser humano, mas como “um caso médico”, como o sujeito dos procedimentos dos médicos e do pessoal médico.

O modelo social (desenvovido a partir dos anos 90) baseia-se na ideia dos direitos humanos e promove a total participação da pessoa com deficiência na vida social. Dentro do paradigma cívico, uma pessoa com uma deficiência é tratada como um sujeito; reconhece-se que deve benificiar das oprtunidades que são dadas a todos os cidadãos. A Convençao dos Direitos das Pessoas com Deficiência é um exemplo desta reflexão sobre a deficiência. Introduz uma nova definição revolucionária da deficiência na qual o termo “pessoas com deficiência” (Artigo 1) inclui pessoas com longas incapacidades físicas, mentais, intelectuias ou sensoriais em que a interação com vários obstáculos, pode interferir na sua total e eficaz participação na vida social, no que concerne a igualdade com os outros.

 

 

 

Ligações

Desenvolvimento

 

Fornecer as fichas de pesquisa ao participantes; “de um modelo médico a um modelo biopsicossocial”. Depois pedir aos participantes para listarem as diferentes instituições, serviços, vocabulário que funcionam nos modelos médico ou biopsicossocial (o formador escreve as respostas no quadro)

Exemplos de instituições e serviços sociais (pode variar, dependendo do país onde se faz a formação). Lares de assistência social, instituições residenciais, escolas especiais, pequenos intervalos, serviços de cuidados, centros de dia para adultos com deficiência, classificação DSM classificação ICD, Classificação Internacional de Deficiência e Saúde ICF, emprego partilhado, casa partilhada, escolas regulares, centros de intervenção precoce, assistentes de pessoas com incapacidade, professor de apoio…

Vocabulário: paciente, cliente, cidadão, estar a cargo, cuidar, apoio, deficiência, tomada de decisão assistida, atraso mental, pessoa com deficiência mental, definição de deficiência na Convenção, definição de deficiência na legislação nacional.

A tarefa dos participantes, divididos em grupos de três ou quatro pessoas, é identificar as instituições, serviços, palavras citados no modelo médico e as que correspondem ao moselo biopsicossocial.

 

 

Descrição do processo de aprendizagem

o Respostas esperadas:

 

O objetivo é fazer os participantes pensar que aalteração da definição de deficiência é um processo contínuo.

Algumas instituições, serviços ou vocabulário (especialmente os termos em vigor na legislação nacional) continuam a tratar a deficiência em termos médicos. Isto ocorre mais frequentemente em instituições como escolas especiais, lares de assistência social e centros de assitência social.

Contudo, há novos modelos que pode,m ser usados - escritos na Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Deve-se tomar atenção à classificação ICF, que mostra o funcionmaneto de uma pessoa com uma deficiência como parte de um novo modelo biopsicossocial.

Serviços como assistência ao emprego, ajuda pessoal ou tomada de decisão assistida também promovem a autodeterminação e uma total integração das pessoas com deficiência na vida social.

Os participantes devem estar conscientes de que a linguagem cria consciencialização, por isso é importante usar um vocabulºario que não estigmatize ou fortaleça as pessoas com deficiência. Uma pessoa deficiente já não é um doente, um aluno desafiante e torna-se um cidadão que, para viver em harmonia com o seu potencial, recebe apoio adequado para tomar decisões independentes sobe a sua própria vida.

Nascido nos anos 60, nos EU, o movimento vanguardista “Orgulho Defciente” é um sinal de que as pessoas com deficiência querem decidir por si próprios e que são capazes de lutar pelos seus direitos cívicos. Atualmente, os especialistas já não são os únicos que sabem o que é “bom” para eles e o que precisam para desenvolver o seu potencial e melhorar a sua qualidade de vida. Esta mudança de abordagem para definir a deficiência difunde-se e lentamente molda a legislaçõa nos paíse parceiros. Nalguns países é mais vísivel, noutros nem tanto. Contudo, com o tempo, todos os países terão que adaptar a legislação ao padrão garantindo a igualdade para as pessoas com deficiência.

 

 

 

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