Caminhando para uma escola inclusiva na Europa

Efeitos das deficiências no desenvolvimento psíco-afetivo da criança
Curso n° 1 : Entre deficiências e competências para um aluno NEE.

Conteúdo

  • Oferecer um panorama dos diversos tipos de deficiência que todos os professores podem encontrar na escola, mas sobretudo compreender os efeitos que as patologias podem ter sobre as capacidades de aprendizagem das crianças e a importância de ter em isto conta nos tipos de ensino dos professores. Os documentos abaixo mencionados são os utensílios necessários para essa boa compreensão.
    • Fichas de recurso;
    • Boas práticas;
    • Fichas pedagógicas
    • Informações complementares; ;

Apoios para consulta

 

 

 

Desenvolvimento

1/ Organizar um debate à vota da inclusão na escola a partir

 -  do postulado de Dimitris Glynos, o grande pedagogo greco “a educação deve preparar todos os cidadãos, rapazes e raparigas, de modo imparcial e igual para as suas competências para a vida e na vida”.

 

 

 

- questionamento do pedagogo português David Rodriguez

  « Désirons-nous l’inclusion ? Que manque t'il pour continuer sur la voie du progrés vers l'éducation inclusive ? " 

 

 

 

 

 

2/ Organização de um brainstorming sobre a noção de deficiência com os participantes.

Guia das possíveis questões para começar o debate.

 Pensa que ter um aluno com um handicap na sua turma é uma vantagem? Porquê? Quais são os vossos receios?

- todos os alunos têm capacidade para aprender?

- o que precisa para incluir?

- Incluir é um desafio? Mito ou realidade?

- Como trabalhar numa turma inclusiva de forma a valorizar as competências de cada um?

  Recolha de dados pelo formador.

Resultados:

Produção de um mapa mental com as competências e deficiências dos alunos por handicap.

 

Descrição dos passos de aprendizagem: trabalho em grupo utilizando o brainstorming como suporte reflexivo com o objetivo de produzir um mapa mental por handicap.

 Alguns elementos para aprofundar o tema

 

Antigamente, as crianças que não eram bons alunos eram caracterizados pelos seus mestres como “inteligentes mas preguiçoso ou indiferentes ». O sistema educativo, infelizmente, não tinha compreendido as necessidades de um número de aprendentes, por isso o insucesso escolar teve, muitas vezes, um impacto negativo sobre a vida pessoal e profissional das crianças com problemas de aprendizagem, ou intelectuais. O mesmo se constatou para as crianças que tinham deficiências sensoriais, cognitivas, motoras ou perturbações de comportamento que não encontravam um lugar na escola por falta de adaptação dos lugares e que eram relegados para sistemas especializados.

O que mudou, nos nossos dias, é o facto de que essas necessidades são diagnosticadas e tomadas em consideração e que as crianças devem beneficiar de um acompanhamento inclusivo na escola regular.

 Alguns elementos para aprofundar o tema

 

Nas dinâmicas pedagógicas,, é preciso desenvolver um trabalho de natureza interdisciplinar para um diagnóstico transdisciplinar e uma articulação disciplinar. Com vista no desenvolvimento de uma aprendizagem de qualidade e de integrar as medidas definidas nos utensílios da planificação escolar, a ação educativa deve, especialmente, garantir: uma ação preventiva visando antecipar e prevenir o insucesso e o abandono escolares. É preciso definir como pôr em ação as estratégias, os utensílios de ensino, as competências (adaptações), compreensão das problemáticas, que serão ajustadas aos alunos com necessidades educativas especiais.

Os alunos deverão, também, estar implicados na ação educativa privilegiando a livre iniciativa, a autonomia, a responsabilidade e o respeito pela diversidade humana.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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