Para começar o curso, dê 3 minutos – exercícios de atividade retiradas do livro de Kathy Paterson para instigar o interesse. Exemplo: "sentem-se todos, ponham as mãos em cima da mesa e sintam-se confortáveis. Pode-se deitar a cabeça nas mãos... durante 2 minutos: calma absoluta...”
Fazer prova da reflexividade…
Este terceiro curso, é uma questão de por em prática o método de transdisciplinaridade através de um estudo de caso para problematizar a situação de um aluno com necessidades educativas especiais. Encena-se esta situação apresentando um resumo das suas próprias práticas de ensino (que já fez até agora). Apresenta ao grupo com o intuito de receber as opiniões, posições dos outros membros do grupo. Este exercício pode ser organizado sob a forma de dramatização de uma equipa multidisciplinar.
Finalmente, usará os elementos recolhidos (fase diagnóstica) e usará na construção de um novo plano de apoio personalizado. Desenvolvimento: organize um grupo foco tendo como objetivo os pontos abaixo. As condições essenciais para o trabalho de elaboração são, acima de tudo, criar um espaço seguro para que os professores ou assistentes não se sintam excluídos ou julgados na sua prática.
Elementos de reflexão
A reflexividade é o mecanismo através do qual o sujeito se toma por objeto de análise e conhecimento. Esta postura envolve analisar criticamente a sua própria prática e as repercussões da sua postura na relação com o outro.
Assim, o sujeito vê a sua ação, o seu funcionamento mental como objeto de análise e tenta perceber a sua maneira de agir. Este pensamento reflexivo é critico e criativo e exige a mobilização de várias capacidades cognitivas e de competências argumentativas (Pallascio e Lafortune, 2000). Envolve um processo duplo descrito por Schön (1994): pensar na ação que permite a um individuo pensar conscientemente como os acontecimentos se desenrolam e responder a situações imprevistas e refletir sobre a ação na qual o individuo analisa o que aconteceu e avalia os efeitos da sua ação.